
Calor extremo, tensões geopolíticas, ameaças terroristas e riscos cibernéticos colocam a Copa do Mundo de 2026 no centro de um dos maiores desafios contemporâneos de gestão de riscos, e impõem ao mercado segurador a necessidade de soluções cada vez mais sofisticadas.
Maria Eduarda Kormann, coordenadora do Núcleo de Contratos do Poletto & Possamai, analisa no LexLegal como a adequação entre risco assumido, interesse segurado e cobertura contratada se torna elemento central da estratégia jurídica e financeira de cada player envolvido no maior evento esportivo da história.