<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Poletto &amp; Possamai, Autor em Poletto &amp; Possamai</title>
	<atom:link href="https://poletto.adv.br/author/poletto-possamai/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://poletto.adv.br/author/poletto-possamai/</link>
	<description>Sociedade de Advogados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Feb 2026 17:51:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>
	<item>
		<title>Novo Projeto de Lei Complementar (PLP 5/2026) propõe a instituição do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF)</title>
		<link>https://poletto.adv.br/novo-projeto-de-lei-complementar-plp-5-2026-propoe-a-instituicao-do-imposto-sobre-grandes-fortunas-igf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 11:18:30 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=12085</guid>

					<description><![CDATA[<p>A discussão sobre a taxação de fortunas ganhou um novo capítulo com a apresentação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 5/2026 pelo Deputado Pedro Uczai (PT/SC). O projeto busca regulamentar o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), um tributo previsto na Constituição de 1988, mas que nunca havia sido regulamentado. O projeto define como contribuintes [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/novo-projeto-de-lei-complementar-plp-5-2026-propoe-a-instituicao-do-imposto-sobre-grandes-fortunas-igf/">Novo Projeto de Lei Complementar (PLP 5/2026) propõe a instituição do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF)</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A discussão sobre a taxação de fortunas ganhou um novo capítulo com a apresentação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 5/2026 pelo Deputado Pedro Uczai (PT/SC). O projeto busca regulamentar o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), um tributo previsto na Constituição de 1988, mas que nunca havia sido regulamentado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto define como contribuintes não apenas aqueles residentes no país, mas também estruturas de sucessão e residentes no exterior com ativos locais:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pessoas Físicas:</b><span style="font-weight: 400;"> Tanto as domiciliadas no Brasil quanto as residentes no exterior que possuam bens em território nacional.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Espólios:</b><span style="font-weight: 400;"> O imposto continua incidindo sobre o patrimônio mesmo após o falecimento do titular, durante o processo de inventário.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Patrimônio Compartilhado:</b><span style="font-weight: 400;"> Em casos de condomínio ou sociedade conjugal, a tributação é individualizada sobre a fração ideal de cada parte.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o texto, o IGF incidiria sobre a titularidade de bens e direitos cujo valor total supere R$ 10 milhões, considerados anualmente em 1º de janeiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para fins de apuração da base de cálculo, o projeto autoriza a dedução de dívidas e ônus reais, de modo que o imposto recaia sobre o patrimônio líquido do contribuinte, calculado pela seguinte planilha de alíquotas em relação ao patrimônio:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th><b>Faixa de Patrimônio Líquido</b></th>
<th><b> Alíquota</b></th>
<th><b> Parcela a Deduzir</b></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">De R$ 10.000.000,00 a R$ 99.999.999,99</span></td>
<td><b>1%</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">R$ 0,00</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">De R$ 100.000.000,00 a R$ 199.999.999,99</span></td>
<td><b>2%</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">R$ 1.000.000,00</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Acima de R$ 200.000.000,00</span></td>
<td><b>3%</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">R$ 3.000.000,00</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos pontos mais sensíveis do PLP 5/2026 é a forma de valoração dos ativos para compor a base de cálculo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ações e Quotas:</b><span style="font-weight: 400;"> Para empresas listadas, vale a cotação de fechamento; para empresas fechadas, considera-se o valor de mercado do patrimônio líquido somado ao fundo de comércio.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Bens de Luxo:</b><span style="font-weight: 400;"> Joias, obras de arte e metais preciosos serão submetidos a avaliações periódicas conforme regulamentação futura.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Créditos Tributários:</b><span style="font-weight: 400;"> Para evitar a sobreposição de impostos sobre o mesmo patrimônio, o projeto permite abater do IGF o valor pago no ano anterior a título de IPTU, IPVA e ITR.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Diferente de outros impostos federais, a receita do IGF teria um destino vinculado: o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. Se aprovada, a lei entrará em vigor no dia 1º de janeiro do ano seguinte ao de sua publicação, com recolhimento anual previsto para o mês de abril.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte: https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1000676224</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/novo-projeto-de-lei-complementar-plp-5-2026-propoe-a-instituicao-do-imposto-sobre-grandes-fortunas-igf/">Novo Projeto de Lei Complementar (PLP 5/2026) propõe a instituição do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF)</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COP30: CNseg apresenta ferramenta regionalizada para avaliação de risco de inundação</title>
		<link>https://poletto.adv.br/cop30-cnseg-apresenta-ferramenta-regionalizada-para-avaliacao-de-risco-de-inundacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 14:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=11991</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) apresentou, na quarta-feira (19/11/14), durante a COP30, em Belém, a “Ferramenta de Avaliação de Riscos Climáticos (Inundação)”, integrada ao Hub de Inteligência Climática da entidade. O instrumento foi desenvolvido para identificar, quantificar e analisar riscos associados a eventos de inundação no Brasil. Dados divulgados pela CNseg indicam que, entre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/cop30-cnseg-apresenta-ferramenta-regionalizada-para-avaliacao-de-risco-de-inundacao/">COP30: CNseg apresenta ferramenta regionalizada para avaliação de risco de inundação</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) apresentou, na quarta-feira (19/11/14), durante a COP30, em Belém, a “Ferramenta de Avaliação de Riscos Climáticos (Inundação)”, integrada ao Hub de Inteligência Climática da entidade. O instrumento foi desenvolvido para identificar, quantificar e analisar riscos associados a eventos de inundação no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados divulgados pela CNseg indicam que, entre 2022 e 2024, ocorreram 67 eventos climáticos relevantes no país, resultando em perdas estimadas em R$ 184 bilhões. Desse total, 9% estavam cobertos por seguros. Os efeitos desses eventos também incluem impactos sobre a população, como mortes, desabrigados e desalojados, decorrentes de fenômenos como alagamentos, enxurradas, secas e ondas de frio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ferramenta tem como objetivo apoiar a gestão de riscos climáticos físicos ao avaliar a exposição de bens segurados com base na localização geográfica. A partir dessa análise, busca-se facilitar a adoção de medidas preventivas e o desenvolvimento de coberturas adequadas pelas seguradoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O modelo utiliza quatro bases principais: registros históricos de eventos, dados de Sensoriamento Remoto, cálculos de probabilidade combinados a balanços hidrodinâmicos e modelagens hidráulicas e hidrológicas em 2D, incluindo simulações de escoamento e planícies de inundação por meio de softwares como o HEC-RAS 2D. Esses elementos permitem gerar um índice de risco para diferentes áreas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo André Vasco, diretor de Serviços às Associadas da CNseg, o conhecimento detalhado dos riscos associados a cada localidade contribui para o desenvolvimento de medidas de prevenção e de produtos específicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CNseg também destaca informações do Radar de Eventos Climáticos e de Seguros no Brasil, estudo do Hub que aponta diferenças regionais na distribuição da cobertura securitária. Enquanto a região Sul registra as maiores perdas econômicas, as regiões Norte e Nordeste concentram menos de 2% das perdas seguradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a análise segmentada por localização, a ferramenta oferece subsídios para que seguradoras ampliem sua atuação em regiões com menor oferta de proteção, permitindo uma avaliação mais precisa do risco e contribuindo para o planejamento de ações de resiliência e recuperação em situações de desastre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Link: https://www.cnseg.org.br/noticias/cop-30-c-nseg-lanca-ferramenta-regionalizada-contra-risco-de-inundacao</span></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/cop30-cnseg-apresenta-ferramenta-regionalizada-para-avaliacao-de-risco-de-inundacao/">COP30: CNseg apresenta ferramenta regionalizada para avaliação de risco de inundação</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ define que prazo de dez dias para consulta de intimação eletrônica conta-se a partir da data do envio</title>
		<link>https://poletto.adv.br/stj-define-que-prazo-de-dez-dias-para-consulta-de-intimacao-eletronica-conta-se-a-partir-da-data-do-envio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 14:44:14 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=11902</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o prazo de dez dias corridos para consulta de intimação eletrônica deve ser contado a partir da data do envio da comunicação, conforme prevê expressamente o artigo 5º, §3º, da Lei 11.419/2006. O colegiado reforçou que o prazo é contínuo e independe de feriados [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/stj-define-que-prazo-de-dez-dias-para-consulta-de-intimacao-eletronica-conta-se-a-partir-da-data-do-envio/">STJ define que prazo de dez dias para consulta de intimação eletrônica conta-se a partir da data do envio</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o prazo de dez dias corridos para consulta de intimação eletrônica deve ser contado a partir da data do envio da comunicação, conforme prevê expressamente o artigo 5º, §3º, da Lei 11.419/2006. O colegiado reforçou que o prazo é contínuo e independe de feriados ou dias não úteis, sendo considerada automaticamente realizada a intimação ao término desse período.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O entendimento foi fixado no julgamento de recurso em que a Defensoria Pública do Distrito Federal e Territórios (DPDFT) alegava tempestividade de uma apelação. A instituição sustentava que o prazo para consulta teria início no primeiro dia útil após o envio da intimação, o que prorrogaria o prazo recursal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O relator, ministro Messod Azulay Neto, manteve a decisão que considerou intempestiva a apelação. Segundo ele, o texto legal é claro ao estabelecer que o prazo de dez dias corridos começa a contar da data do envio da intimação eletrônica, sem qualquer ressalva quanto a finais de semana ou feriados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o ministro, a contagem desse prazo não se confunde com a dos prazos processuais penais, que seguem o regime de dias úteis. Assim, a intimação eletrônica enviada em 4 de abril de 2023 teve sua ciência automática em 13 de abril, iniciando-se, no dia seguinte, o prazo recursal em dobro aplicável à Defensoria Pública, que se encerrou em 24 de abril.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com essa decisão, o STJ reforça a importância da observância rigorosa dos prazos legais para consulta de intimações eletrônicas, que são contínuos e não sujeitos à prorrogação por feriados ou dias não úteis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Link:</span><a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/10102025-Prazo-de-dez-dias-corridos-para-consulta-eletronica-de-intimacao-e-contado-da-data-do-seu-envio-.aspx"> <span style="font-weight: 400;">https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/10102025-Prazo-de-dez-dias-corridos-para-consulta-eletronica-de-intimacao-e-contado-da-data-do-seu-envio-.aspx</span></a></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/stj-define-que-prazo-de-dez-dias-para-consulta-de-intimacao-eletronica-conta-se-a-partir-da-data-do-envio/">STJ define que prazo de dez dias para consulta de intimação eletrônica conta-se a partir da data do envio</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmara dos Deputados aprova projeto que expande o papel das seguradoras na Lei de Concessões e Parcerias Público-Privadas</title>
		<link>https://poletto.adv.br/camara-dos-deputados-aprova-projeto-que-expande-o-papel-das-seguradoras-na-lei-de-concessoes-e-parcerias-publico-privadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 12:00:39 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=11621</guid>

					<description><![CDATA[<p>No dia 07 de maio, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 7063/2017, texto que moderniza a Lei nº 8.987/1995 (Lei das Concessões de serviços Públicos) e a Lei nº 11.079/2004 (Lei das Parcerias Público-Privadas), ampliando o papel das seguradoras na montagem financeira de grandes obras.  Como o substitutivo recebeu mudanças, a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/camara-dos-deputados-aprova-projeto-que-expande-o-papel-das-seguradoras-na-lei-de-concessoes-e-parcerias-publico-privadas/">Câmara dos Deputados aprova projeto que expande o papel das seguradoras na Lei de Concessões e Parcerias Público-Privadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No dia 07 de maio, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 7063/2017, texto que moderniza a Lei nº 8.987/1995 (Lei das Concessões de serviços Públicos) e a Lei nº 11.079/2004 (Lei das Parcerias Público-Privadas), ampliando o papel das seguradoras na montagem financeira de grandes obras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como o substitutivo recebeu mudanças, a matéria volta agora ao Senado para a etapa final de votação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora o PL tenha nascido para reduzir o valor mínimo das Concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs) firmadas por estados e municípios, a versão aprovada é bem mais abrangente. Entre as inovações, estão a repartição objetiva de riscos — inclusive para casos fortuitos, força maior e fato do príncipe —, a possibilidade de a concessionária dar em garantia bens essenciais à continuidade do serviço e o uso de contas vinculadas para mitigar riscos e recompor o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto também consagra o seguro como eixo de sustentação dos novos contratos, determinando a transferência preferencial de riscos cobertos para seguradoras, autoriza o emprego do Seguro-Garantia para obrigações de aporte e detalha o acordo tripartite entre poder concedente, concessionária e financiadores, mecanismo no qual as seguradoras costumam atuar como garantidoras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas medidas, na avaliação do mercado, dão mais previsibilidade jurídica e protegem tanto o setor público quanto investidores em caso de inadimplência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Relator do projeto, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) afirmou que o novo marco cria “um ambiente regulatório mais estável e confiável”, capaz de impulsionar parcerias “robustas” e assegurar que as concessões contribuam “de forma efetiva para o crescimento do País e a melhoria dos serviços públicos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do lado do setor privado, o diretor de Relações Institucionais da CNseg, Esteves Colnago, declarou que a iniciativa “demonstra a importância de incluir o setor segurador nos processos licitatórios e de PPPs, criando novas formas de compartilhamento de riscos” e, ao mesmo tempo, “possibilita agilidade e ganhos de segurança aos projetos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a aprovação na Câmara, o projeto passa a integrar um mosaico de reformas recentes, como a Lei nº 14.133/2021 (Lei de Licitações) e a Lei nº 14.801/2024 (Lei das Debêntures de Infraestrutura), que buscam destravar investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se confirmado pelo Senado, o novo marco promete atrair capital privado ao permitir modelos de financiamento mais sofisticados e bem protegidos por seguros, ao mesmo tempo em que reforça a responsabilidade contratual e a transparência em futuros editais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a íntegra em: </span><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1156391-camara-aprova-projeto-que-reformula-a-lei-de-concessoes-publicas"><span style="font-weight: 400;">https://www.camara.leg.br/noticias/1156391-camara-aprova-projeto-que-reformula-a-lei-de-concessoes-publicas</span></a></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/camara-dos-deputados-aprova-projeto-que-expande-o-papel-das-seguradoras-na-lei-de-concessoes-e-parcerias-publico-privadas/">Câmara dos Deputados aprova projeto que expande o papel das seguradoras na Lei de Concessões e Parcerias Público-Privadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova lei de Licitações e Seguro-Garantia com Cláusula de retomada: R$ 3,3 bilhões em projetos de infraestrutura têm previsão de serem segurados</title>
		<link>https://poletto.adv.br/nova-lei-de-licitacoes-e-seguro-garantia-com-clausula-de-retomada-r-33-bilhoes-em-projetos-de-infraestrutura-tem-previsao-de-serem-segurados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 17:11:12 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=11558</guid>

					<description><![CDATA[<p>O avanço do seguro-garantia com cláusula de retomada, trazido pela Lei 14.133/2021, representa um ponto de inflexão no esforço de combater o crônico cemitério de obras públicas inacabadas no Brasil.  Em pouco mais de doze meses, editais estaduais e federais já colocaram R $ 3,3 bilhões em projetos sob a proteção dessa apólice; quase R [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/nova-lei-de-licitacoes-e-seguro-garantia-com-clausula-de-retomada-r-33-bilhoes-em-projetos-de-infraestrutura-tem-previsao-de-serem-segurados/">Nova lei de Licitações e Seguro-Garantia com Cláusula de retomada: R$ 3,3 bilhões em projetos de infraestrutura têm previsão de serem segurados</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O avanço do seguro-garantia com cláusula de retomada, trazido pela Lei 14.133/2021, representa um ponto de inflexão no esforço de combater o crônico cemitério de obras públicas inacabadas no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em pouco mais de doze meses, editais estaduais e federais já colocaram R $ 3,3 bilhões em projetos sob a proteção dessa apólice; quase R $ 1 bilhão já está efetivamente segurado, e outros R $ 2,3 bilhões devem seguir o mesmo caminho nos próximos certames. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora ainda modesto diante do universo de 11.941 obras paralisadas identificadas pelo TCU, o número indica que a nova ferramenta está conquistando espaço de forma surpreendentemente rápida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diferencial está no desenho da garantia: se a construtora falhar, a seguradora não apenas paga a indenização — limitada, por ora, a até 30 % do valor do contrato — mas assume a obrigação de terminar o empreendimento. Para o poder público, isso substitui a tradicional lógica de “multar e rescindir” por uma lógica de “cumprir e entregar”, resolvendo entraves administrativos, litígios e a escalada de custos que costumam acompanhar uma interrupção prolongada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prática no estado do Mato Grosso ilustra bem o ganho: o estado desclassificou o vencedor de uma licitação de R $ 50 milhões quando a seguradora recusou seu risco, sinalizando que a triagem financeira migrou, em parte, do órgão público para o mercado segurador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, o seguro-garantia com cláusula de retomada não é uma panaceia, mas inaugura um novo equilíbrio de incentivos: governos ganham previsibilidade, seguradoras introduzem disciplina financeira e o contribuinte recebe a obra terminada em vez de um esqueleto de concreto. Para que essa engrenagem gire plenamente, será crucial calibrar a regulamentação federal, aumentar a capacidade de resseguro e, a médio prazo, reconsiderar o teto de 30 %. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o ritmo inicial se mantiver e chegar de fato aos R $ 10 bilhões projetados para 2026, o país terá dado um passo concreto para transformar o histórico de obras paradas em um portfólio de entregas concluídas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://cnseg.org.br/noticias/folha-de-s-paulo-seguro-garantia-com-clausula-de-retomada-ja-protege-r-3-3-bilhoes-em-obras-de-infraestrutura"><span style="font-weight: 400;">Leia a íntegra da matéria.</span></a></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/nova-lei-de-licitacoes-e-seguro-garantia-com-clausula-de-retomada-r-33-bilhoes-em-projetos-de-infraestrutura-tem-previsao-de-serem-segurados/">Nova lei de Licitações e Seguro-Garantia com Cláusula de retomada: R$ 3,3 bilhões em projetos de infraestrutura têm previsão de serem segurados</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ admite a expedição de ofício às corretoras de criptoativos para penhora de valores encontrados em nome do executado</title>
		<link>https://poletto.adv.br/stj-admite-a-expedicao-de-oficio-as-corretoras-de-criptoativos-para-penhora-de-valores-encontrados-em-nome-do-executado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 14:23:50 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=11538</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 10 de março de 2025, a Terceira Turma do STJ publicou acórdão reconhecendo a possibilidade de serem expedidos ofícios às corretoras de criptomoedas (exchanges) para encontrar e penhorar ativos digitais pertencentes ao devedor. Embora os criptoativos não sejam moeda de curso legal, entendeu-se que eles possuem valor econômico e, por isso, fazem parte do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/stj-admite-a-expedicao-de-oficio-as-corretoras-de-criptoativos-para-penhora-de-valores-encontrados-em-nome-do-executado/">STJ admite a expedição de ofício às corretoras de criptoativos para penhora de valores encontrados em nome do executado</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em 10 de março de 2025, a Terceira Turma do STJ publicou acórdão reconhecendo a possibilidade de serem expedidos ofícios às corretoras de criptomoedas (</span><i><span style="font-weight: 400;">exchanges</span></i><span style="font-weight: 400;">) para encontrar e penhorar ativos digitais pertencentes ao devedor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora os criptoativos não sejam moeda de curso legal, entendeu-se que eles possuem valor econômico e, por isso, fazem parte do patrimônio que deve responder pelas dívidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A controvérsia do REsp 2.127.038 consistiu em saber se, na fase de cumprimento de sentença, seria possível a expedição de ofício às corretoras de criptoativos com o intuito de localizar e penhorar eventuais ativos financeiros da parte executada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na origem, o TJSP negou provimento ao Agravo de Instrumento do recorrente, sob o argumento de que não existia regulamentação específica sobre o tema, tampouco indícios de que o devedor possuísse os “ativos virtuais”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Ao reformar a decisão, o STJ salientou que a execução deve se fazer de modo efetivo para o credor e que a ausência de regras detalhadas sobre criptomoedas não impede a adoção de mecanismos de busca e penhora, se tratando de um ativo financeiro passível de tributação, cujas operações devem ser declaradas à Receita Federal, sendo, portanto, um bem de valor econômico, válido como forma de pagamento e reserva de valor, restando suscetível de eventual constrição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão reforça a utilização de medidas atípicas para a satisfação de créditos e oferece maior segurança ao credor, pois torna menos provável que o devedor se valha do uso de criptomoedas para ocultar patrimônio. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja a notícia em:</span></p>
<p><a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/03042025-Terceira-Turma-admite-envio-de-oficio-as-corretoras-para-encontrar-e-penhorar-criptomoedas-do-devedor.aspx"><span style="font-weight: 400;">https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/03042025-Terceira-Turma-admite-envio-de-oficio-as-corretoras-para-encontrar-e-penhorar-criptomoedas-do-devedor.aspx</span></a></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/stj-admite-a-expedicao-de-oficio-as-corretoras-de-criptoativos-para-penhora-de-valores-encontrados-em-nome-do-executado/">STJ admite a expedição de ofício às corretoras de criptoativos para penhora de valores encontrados em nome do executado</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tema Repetitivo nº 1282/STJ: A seguradora não se sub-roga nas prerrogativas processuais inerentes a consumidores</title>
		<link>https://poletto.adv.br/tema-repetitivo-no-1282-stj-a-seguradora-nao-se-sub-roga-nas-prerrogativas-processuais-inerentes-a-consumidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 19:34:18 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=11501</guid>

					<description><![CDATA[<p>​Recentemente foi julgado o Tema Repetitivo de nº 1282, pelo STJ. No referido tema foi discutido se a seguradora se sub-roga apenas nos direitos materiais (crédito), ou também nos direitos processuais tidos pelo segurado (como por exemplo benesses processuais pela posição de consumidores que os segurados detinham). A tese fixada no julgamento, trazida pelo voto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/tema-repetitivo-no-1282-stj-a-seguradora-nao-se-sub-roga-nas-prerrogativas-processuais-inerentes-a-consumidores/">Tema Repetitivo nº 1282/STJ: A seguradora não se sub-roga nas prerrogativas processuais inerentes a consumidores</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>​</b><span style="font-weight: 400;">Recentemente foi julgado o Tema Repetitivo de nº 1282, pelo STJ. No referido tema foi discutido se a seguradora se sub-roga apenas nos direitos materiais (crédito), ou também nos direitos processuais tidos pelo segurado (como por exemplo benesses processuais pela posição de consumidores que os segurados detinham).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tese fixada no julgamento, trazida pelo voto da Relatora Min. Nancy Andrighi, estabelece que não é possível a sub-rogação da seguradora em norma de natureza exclusivamente processual e que advém de uma benesse conferida pela legislação especial ao indivíduo, considerado vulnerável nas relações jurídicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O voto foi fundamentado no fato de que não há sub-rogação do que é personalíssimo ao credor, por exemplo a posição de consumidor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deste modo, restou fixado que “o pagamento de indenização por sinistro não gera para a seguradora a sub-rogação de prerrogativas processuais dos consumidores, em especial quanto à competência na ação regressiva”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Link do tema:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><a href="https://processo.stj.jus.br/repetitivos/temas_repetitivos/pesquisa.jsp?novaConsulta=true&amp;tipo_pesquisa=T&amp;cod_tema_inicial=1282&amp;cod_tema_final=1282"><span style="font-weight: 400;">https://processo.stj.jus.br/repetitivos/temas_repetitivos/pesquisa.jsp?novaConsulta=true&amp;tipo_pesquisa=T&amp;cod_tema_inicial=1282&amp;cod_tema_final=1282</span></a></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/tema-repetitivo-no-1282-stj-a-seguradora-nao-se-sub-roga-nas-prerrogativas-processuais-inerentes-a-consumidores/">Tema Repetitivo nº 1282/STJ: A seguradora não se sub-roga nas prerrogativas processuais inerentes a consumidores</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto de Lei visa utilização de Seguro-Garantia para obras executadas com recursos de Emendas Parlamentares</title>
		<link>https://poletto.adv.br/projeto-de-lei-visa-utilizacao-de-seguro-garantia-para-obras-executadas-com-recursos-de-emendas-parlamentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 14:14:41 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=11495</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 4279/24, atualmente em análise na Câmara dos Deputados, propõe a obrigatoriedade de instrumentos de mitigação de riscos, como seguro-garantia ou fiança bancária, para obras e serviços de engenharia financiados com recursos de emendas parlamentares.  A medida visa assegurar que os responsáveis pelas obras cumpram suas obrigações contratuais e evitar o abandono [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/projeto-de-lei-visa-utilizacao-de-seguro-garantia-para-obras-executadas-com-recursos-de-emendas-parlamentares/">Projeto de Lei visa utilização de Seguro-Garantia para obras executadas com recursos de Emendas Parlamentares</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O Projeto de Lei 4279/24, atualmente em análise na Câmara dos Deputados, propõe a obrigatoriedade de instrumentos de mitigação de riscos, como seguro-garantia ou fiança bancária, para obras e serviços de engenharia financiados com recursos de emendas parlamentares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A medida visa assegurar que os responsáveis pelas obras cumpram suas obrigações contratuais e evitar o abandono de projetos, um problema recorrente no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o projeto, os editais deverão prever garantias que possam cobrir danos relacionados a acidentes ou ao descumprimento de cláusulas contratuais. Entre os instrumentos possíveis estão caução em dinheiro, apólices de seguro, fiança bancária e título de capitalização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A exigência de garantia será dispensada em três situações específicas: quando o valor da garantia ultrapassar 4,5% do valor do contrato, em contratos inferiores a R$ 500 mil ou quando houver justificativa técnica para a não contratação do seguro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta, do deputado Fernando Monteiro (PP-PE), busca aumentar a transparência na aplicação dos recursos públicos e reduzir o número de obras inacabadas no país, que, segundo dados do Tribunal de Contas da União (TCU), somam mais de 8,6 mil projetos paralisados, com investimentos superiores a R$ 113,6 bilhões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto, que ainda precisa passar pelas comissões de Finanças, Tributação, Constituição e Justiça, promete garantir maior controle sobre a execução de obras públicas, melhorando sua qualidade e a fiscalização dos recursos destinados a elas. Para ser aprovado, o projeto aguarda a sabatina nas duas casas do Congresso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte: </span><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1136256-projeto-preve-garantia-para-obra-executada-com-recurso-de-emenda-parlamentar/"><span style="font-weight: 400;">https://www.camara.leg.br/noticias/1136256-projeto-preve-garantia-para-obra-executada-com-recurso-de-emenda-parlamentar/</span></a></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/projeto-de-lei-visa-utilizacao-de-seguro-garantia-para-obras-executadas-com-recursos-de-emendas-parlamentares/">Projeto de Lei visa utilização de Seguro-Garantia para obras executadas com recursos de Emendas Parlamentares</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Apagão cibernético mundial reforça a importância do seguro cibernético e de responsabilidade civil</title>
		<link>https://poletto.adv.br/apagao-cibernetico-mundial-reforca-a-importancia-do-seguro-cibernetico-e-de-responsabilidade-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 17:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=11034</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na madrugada de 19 de julho de 2024, ocorreu um apagão cibernético sem precedentes, em decorrência de uma atualização falha para computadores com o antivírus corporativo da empresa CrowdStrike. De acordo com o relatório da CrowdStrike, houve falha em um software responsável por verificar a integridade das atualizações, permitindo que um update com erro fosse [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/apagao-cibernetico-mundial-reforca-a-importancia-do-seguro-cibernetico-e-de-responsabilidade-civil/">Apagão cibernético mundial reforça a importância do seguro cibernético e de responsabilidade civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na madrugada de 19 de julho de 2024, ocorreu um apagão cibernético sem precedentes, em decorrência de uma atualização falha para computadores com o antivírus corporativo da empresa CrowdStrike.</p>
<p>De acordo com o relatório da CrowdStrike, houve falha em um software responsável por verificar a integridade das atualizações, permitindo que um update com erro fosse enviado aos clientes da empresa. A atualização afetou o software Falcon, que realiza varredura de segurança em redes corporativas para identificar possíveis ameaças.</p>
<p>O apagão afetou diversos setores, desde instituições financeiras até prestadoras de serviços essenciais. Muitas empresas enfrentaram prejuízos substanciais, com paralisação de operações e expondo como hoje as empresas dependem dos meios tecnológicos.</p>
<p>Nesse sentido, o seguro cibernético é uma ferramenta crucial para mitigar os danos e garantir a continuidade dos negócios. Esses seguros oferecem proteção financeira contra perdas decorrentes de ataques, como roubo de dados, interrupção de serviços e até mesmo custos com operações de recuperação e conformidade regulatória.</p>
<p>Já para proteger as empresas contra demandas de terceiros devido a danos causados por suas operações, o seguro de responsabilidade civil é essencial. No contexto do apagão provocado pela CrowdStrike, as empresas afetadas têm a possibilidade de buscar compensações pelos prejuízos sofridos. Um seguro de responsabilidade civil com coberturas amplas pode ser fundamental para atenuar esses custos.</p>
<p>Confira a notícia completa em: <a href="https://www.insurtalks.com.br/posts/prejuizo-bilionario-causado-por-apagao-cibernetico-mundial-reforca-a-importancia-do-seguro-cibernetico-e-de-responsabilidade-civil">https://www.insurtalks.com.br/posts/prejuizo-bilionario-causado-por-apagao-cibernetico-mundial-reforca-a-importancia-do-seguro-cibernetico-e-de-responsabilidade-civil</a></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/apagao-cibernetico-mundial-reforca-a-importancia-do-seguro-cibernetico-e-de-responsabilidade-civil/">Apagão cibernético mundial reforça a importância do seguro cibernético e de responsabilidade civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Intimação de seguradora para depósito do seguro-garantia depende do trânsito em julgado da execução fiscal</title>
		<link>https://poletto.adv.br/intimacao-de-seguradora-para-deposito-do-seguro-garantia-depende-do-transito-em-julgado-da-execucao-fiscal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 12:32:26 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=10890</guid>

					<description><![CDATA[<p>A 1ª Turma do STJ decidiu que apenas após trânsito em julgado da sentença, a seguradora pode ser intimada para depositar o valor de seguro-garantia em execução fiscal. No voto vencedor, o relator esclarece que em execuções fiscais, o seguro já passou a ser admitido como garantia do juízo desde a promulgação da Lei 13.043/2014. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/intimacao-de-seguradora-para-deposito-do-seguro-garantia-depende-do-transito-em-julgado-da-execucao-fiscal/">Intimação de seguradora para depósito do seguro-garantia depende do trânsito em julgado da execução fiscal</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A 1ª Turma do STJ decidiu que apenas após trânsito em julgado da sentença, a seguradora pode ser intimada para depositar o valor de seguro-garantia em execução fiscal.</p>
<p style="text-align: left;">No voto vencedor, o relator esclarece que em execuções fiscais, o seguro já passou a ser admitido como garantia do juízo desde a promulgação da Lei 13.043/2014.</p>
<p style="text-align: left;">Também expõe que não há razão para intimar a companhia seguradora para depositar em juízo antes do trânsito em julgado, se apenas após o efetivo fim do processo o valor deve ser entregue ao credor.</p>
<p style="text-align: left;">Ao fundamentar o voto, o relator inclusive cita a derrubada do veto presidencial ao art. 5º, da lei 14.689/2023 (que adiciona um parágrafo ao art. 9º da Lei de Execuções Fiscais). Isso porque, o artigo dispõe sobre fiança-bancária e seguro-garantia, expondo que essas garantias &#8220;somente serão liquidadas, no todo ou parcialmente, após o trânsito em julgado da decisão de mérito em desfavor do contribuinte, vedada a sua liquidação antecipada&#8221;. Que por se tratar de matéria processual, há aplicabilidade imediata da norma.</p>
<p style="text-align: left;">Link da notícia no site do STJ: <a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2024/07062024-Intimacao-de-seguradora-para-deposito-do-seguro-garantia-depende-do-transito-em-julgado-da-execucao-fiscal.aspx">https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2024/07062024-Intimacao-de-seguradora-para-deposito-do-seguro-garantia-depende-do-transito-em-julgado-da-execucao-fiscal.aspx</a></p>
<p style="text-align: left;">Link do Acórdão: <a href="https://processo.stj.jus.br/processo/julgamento/eletronico/documento/mediado/?documento_tipo=integra&amp;documento_sequencial=231250753&amp;registro_numero=202300648871&amp;peticao_numero=202300423154&amp;publicacao_data=20240412&amp;formato=PDF">https://processo.stj.jus.br/processo/julgamento/eletronico/documento/mediado/?documento_tipo=integra&amp;documento_sequencial=231250753&amp;registro_numero=202300648871&amp;peticao_numero=202300423154&amp;publicacao_data=20240412&amp;formato=PDF</a></p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/intimacao-de-seguradora-para-deposito-do-seguro-garantia-depende-do-transito-em-julgado-da-execucao-fiscal/">Intimação de seguradora para depósito do seguro-garantia depende do trânsito em julgado da execução fiscal</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
