<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos seguros de danos | Poletto &amp; Possamai</title>
	<atom:link href="https://poletto.adv.br/tag/seguros-de-danos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://poletto.adv.br/tag/seguros-de-danos/</link>
	<description>Sociedade de Advogados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 Sep 2026 16:02:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.7</generator>
	<item>
		<title>Resolução CNSP nº 496/2026: o que sua empresa deve revisar nos seguros contratados?</title>
		<link>https://poletto.adv.br/resolucao-cnsp-no-496-2026-o-que-sua-empresa-deve-revisar-nos-seguros-contratados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Luiza Geara Poletto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 16:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnsp]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Securitário]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Resolução CNSP 496/2026]]></category>
		<category><![CDATA[revisão de apólice]]></category>
		<category><![CDATA[seguro empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[seguros de danos]]></category>
		<category><![CDATA[Susep]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://poletto.adv.br/?p=12369</guid>

					<description><![CDATA[<p>A nova regulamentação pode ser uma oportunidade para repensar a proteção da sua empresa. O que muda com a nova regulamentação? A Resolução CNSP nº 496/2026 estabelece novas regras gerais para os seguros de danos e altera parâmetros relevantes para a formação, interpretação e execução desses contratos. Para as empresas, o período de adaptação ao [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/resolucao-cnsp-no-496-2026-o-que-sua-empresa-deve-revisar-nos-seguros-contratados/">Resolução CNSP nº 496/2026: o que sua empresa deve revisar nos seguros contratados?</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova regulamentação pode ser uma oportunidade para repensar a proteção da sua empresa.</p>
<h3>O que muda com a nova regulamentação?</h3>
<p>A Resolução CNSP nº 496/2026 estabelece novas regras gerais para os seguros de danos e altera parâmetros relevantes para a formação, interpretação e execução desses contratos.</p>
<p>Para as empresas, o período de adaptação ao novo regime também traz um ponto de atenção: verificar se os seguros atualmente contratados continuam adequados aos riscos e à realidade da operação.</p>
<h3>A apólice protege aquilo que sua empresa realmente precisa?</h3>
<p>Seguros empresariais podem envolver diferentes coberturas, limites, franquias, exclusões e condições específicas. A nova regulamentação reforça que as condições contratuais devem apresentar de forma clara os riscos cobertos, os interesses garantidos, os riscos excluídos e os prejuízos não indenizáveis.</p>
<p>Também exige que situações que possam resultar na perda de direitos do segurado sejam previstas em cláusula específica, de forma clara, compreensível e destacada.</p>
<p><strong>Para a empresa, isso traz uma pergunta prática:</strong></p>
<p>Se um dos principais riscos da operação ocorrer amanhã, a cobertura e os limites contratados serão suficientes para o prejuízo que poderá ser suportado?</p>
<p>A revisão da apólice deve, portanto, partir dos riscos atuais da atividade e não apenas das coberturas historicamente contratadas.</p>
<h3>O que foi informado na contratação também importa</h3>
<p>Propostas, questionários de avaliação de risco, anexos e outras informações fornecidas durante a contratação passam a integrar um histórico relevante para demonstrar as características da operação e os riscos considerados na formação do contrato. A própria Resolução reconhece esses elementos entre os meios de prova do conteúdo contratual.</p>
<p>Por isso, é importante verificar se a documentação utilizada na contratação continua refletindo a realidade da empresa.</p>
<p>Expansão das instalações, aquisição de equipamentos, mudanças na atividade, aumento da operação ou outras alterações relevantes podem modificar o perfil de risco inicialmente apresentado à seguradora.</p>
<p>A operação mudou desde a contratação ou última renovação? Se mudou, a documentação e a proteção securitária acompanharam essa evolução?</p>
<h3>E se acontecer um sinistro?</h3>
<p>A nova regulamentação também estabelece uma dinâmica mais procedimental para a regulação e liquidação dos sinistros.</p>
<p>A reclamação deverá ser acompanhada dos documentos essenciais previstos nas condições contratuais. Como regra, a seguradora terá até 30 dias para realizar a regulação e manifestar-se sobre a existência de cobertura. Para os seguros sujeitos às disposições específicas do Capítulo III, o prazo será de até 120 dias.</p>
<p>Reconhecida a cobertura, haverá, em regra, prazo máximo de 30 dias para a liquidação e o pagamento da indenização, ressalvadas as hipóteses específicas previstas na regulamentação.</p>
<p>Para a empresa, conhecer previamente esse procedimento significa saber quais documentos preservar, quem será responsável pela comunicação do sinistro e quais informações precisarão estar disponíveis para a regulação.</p>
<p>A gestão do seguro, portanto, não termina com a emissão da apólice.</p>
<h3>2027 como uma janela para revisão</h3>
<p>Os planos de seguros de danos registrados antes da nova Resolução deverão ser adaptados até 4 de janeiro de 2027, e suas disposições serão obrigatoriamente aplicáveis aos contratos formados ou renovados a partir de 5 de janeiro de 2027.</p>
<p><strong>Para as empresas, esse período pode ser utilizado para revisar:</strong></p>
<ul>
<li>os principais riscos atuais da operação;</li>
<li>as coberturas e os limites de garantia contratados;</li>
<li>exclusões, franquias e condições que possam afetar a proteção;</li>
<li>a atualização das informações fornecidas à seguradora;</li>
<li>os documentos e procedimentos necessários em caso de sinistro; e</li>
<li>eventuais ajustes necessários nas próximas contratações ou renovações.</li>
</ul>
<p>A Resolução CNSP nº 496/2026, portanto, não representa apenas uma mudança regulatória para o mercado segurador. Para quem contrata seguros, ela também cria um momento oportuno para avaliar se a proteção existente continua adequada à realidade do negócio.</p>
<p><strong>Se um dos principais riscos da sua operação se concretizasse hoje, você saberia dizer se a sua empresa está adequadamente protegida?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<ul>
<li>
<h3>LEIA MAIS:</h3>
</li>
<li><a href="https://poletto.adv.br/resolucao-cnsp-no-496-2026-o-que-muda-para-os-seguros-empresariais-e-de-grandes-riscos/">Resolução CNSP nº 496/2026: o que muda para os seguros empresariais e de grandes riscos?</a></li>
<li><a href="https://poletto.adv.br/seguro-garantia-com-clausula-de-retomadao-que-sua-empresa-precisa-saber-antes-de-aceitar-essa-exigencia-em-uma-licitacao/">Resolução CNSP nº 496/2026: o que muda para os seguros empresariais e de grandes riscos?</a></li>
<li><a href="https://poletto.adv.br/recuperacao-judicial-seguro-de-credito/">Seguro-garantia ou fiança bancária: qual garantia faz mais sentido para sua operação?</a></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://poletto.adv.br/resolucao-cnsp-no-496-2026-o-que-sua-empresa-deve-revisar-nos-seguros-contratados/">Resolução CNSP nº 496/2026: o que sua empresa deve revisar nos seguros contratados?</a> apareceu primeiro em <a href="https://poletto.adv.br">Poletto &amp; Possamai</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
