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	<title>Arquivos CPC | Poletto &amp; Possamai</title>
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	<description>Sociedade de Advogados</description>
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		<title>Depósito para efeito suspensivo não pode ser recebido como pagamento voluntário para afastar multa do CPC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lis Harumi de Sá Florido]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 15:29:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CPC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento de Recurso Especial, decidiu em favor do recorrente entendendo a ausência do pagamento voluntário em juízo, uma vez que o depósito efetuado pelo recorrido teve como objetivo promover o efeito suspensivo o que não pode ser concebido como pagamento voluntário.  Nesse caso, a recorrida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento de Recurso Especial, decidiu em favor do recorrente entendendo a ausência do pagamento voluntário em juízo, uma vez que o depósito efetuado pelo recorrido teve como objetivo promover o efeito suspensivo o que não pode ser concebido como pagamento voluntário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse caso, a recorrida após decisão em 1º grau restaurou o prazo para novo pagamento voluntário, bem como pleiteou que fosse considerado o efeito suspensivo ao cumprimento de sentença. A conduta manifesta da recorrida mostrou que o depósito não serviria para cumprimento voluntário, mas para a garantia de juízo e gerar suspensão na demanda, o que se mostra contrário a finalidade desse ato. Dessa forma, a decisão parte do raciocínio de que a multa só pode ser afastada quando há a conduta voluntária de adimplir a obrigação do cumprimento de sentença, sem levantar novas discussões referente aos débitos na ação. Sendo assim, o pagamento realizado após o transcurso do prazo seria o pagamento referente a apresentação de impugnação e garantia do juízo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante disso, conforme determinado no art. 523 §1º</span><span style="font-weight: 400;"> do Código de Processo Civil de 2015 e solucionando as controvérsias de sua aplicação, a ministra entendeu pela incidência da multa no percentual de 10% (dez por cento) e de mesma porcentagem aplicada aos honorários advocatícios pelo prazo transcorrido contado a partir do julgamento do agravo de instrumento, de acordo com entendimento da súmula 7 do STJ.</span></p>
<p><a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2023/11012023-Deposito-para-efeito-suspensivo-nao-pode-ser-recebido-como-pagamento-voluntario-para-afastar-multa-do-CPC.aspx"><span style="font-weight: 400;">Clique e leia na íntegra a notícia</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212;</p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">1. “No caso de condenação em quantia certa, ou já fixada em liquidação, e no caso de decisão sobre parcela incontroversa, o cumprimento definitivo da sentença far-se-á a requerimento do exequente, sendo o executado intimado para pagar o débito, no prazo de 15 (quinze) dias, acrescido de custas, se houver. § 1º Não ocorrendo pagamento voluntário no prazo do caput, o débito será acrescido de multa de dez por cento e, também, de honorários de advogado de dez por cento.”</span></p>
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		<title>Efeitos vinculantes no CPC</title>
		<link>https://poletto.adv.br/efeitos-vinculantes-no-cpc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 13:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[programa trainee]]></category>
		<category><![CDATA[Trainee]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Detalhes sobre os efeitos vinculantes no CPC foram expostos pela trainee Letícia Klechowicz, nesta quinta-feira, 18 de junho. A equipe P&#38;P prestigiou o painel que integra as atividades de conclusão do primeiro ciclo de ações formativas continuadas do Programa Trainee P&#38;P.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Detalhes sobre os efeitos vinculantes no CPC foram expostos pela trainee Letícia Klechowicz, nesta quinta-feira, 18 de junho. A equipe P&amp;P prestigiou o painel que integra as atividades de conclusão do primeiro ciclo de ações formativas continuadas do Programa Trainee P&amp;P.</p>
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		<title>Justiça do Trabalho ratifica a possibilidade de substituição de depósitos judiciais pelo seguro garantia judicial</title>
		<link>https://poletto.adv.br/justica-do-trabalho-ratifica-a-possibilidade-de-substituicao-de-depositos-judiciais-pelo-seguro-garantia-judicial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poletto &#38; Possamai]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 18:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ato conjunto]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[justiça do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Garantia]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Garantia Judicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após a declaração de nulidade dos artigos 7º e 8º do Ato Conjunto TST.CSJT.CGJT nº 1/2019 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o TST, o CSJT e a Corregedoria Geral da Justiça do Trabalho editaram novo Ato Conjunto TST.CSJT.CGJT nº 1/2020, a fim de adequar o ato normativo ao Código de Processo Civil (CPC) e à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Daniel Versoza Alves, <em>Trainee do Núcleo dos Contratos e Graduando em Direito pela Universidade Federal do Paraná</em><span id="more-7200"></span></p>
<p>Após a declaração de nulidade dos artigos 7º e 8º do Ato Conjunto TST.CSJT.CGJT nº 1/2019 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o TST, o CSJT e a Corregedoria Geral da Justiça do Trabalho editaram novo Ato Conjunto TST.CSJT.CGJT nº 1/2020, a fim de adequar o ato normativo ao Código de Processo Civil (CPC) e à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p>De acordo com a nova redação, o seguro garantia se equipara ao dinheiro para fins de substituição de penhora (art. 835, § 2º, do CPC) e de depósitos recursais (art. 899, § 11 da CLT), bastando para isso o requerimento da substituição dirigido ao Juiz ou Relator na origem ou em instância recursal, desde que atendidos os requisitos do Ato Conjunto para a emissão das garantias.</p>
<p>A medida está em linha com o que se tem observado nos tribunais brasileiros e com o que dispõem os diplomas legais mais recentes, tendo como objetivo reduzir as divergências jurisprudenciais sobre o tema.</p>
<p>Desta forma confirma-se a relevância do seguro garantia enquanto instrumento que visa garantir maior liquidez às empresas que decidem contratá-lo.</p>
<p><strong>Ato Conjunto</strong>: <a href="https://juslaboris.tst.jus.br/bitstream/handle/20.500.12178/172590/2020_atc0001_tst_csjt_cgjt.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y">https://juslaboris.tst.jus.br/bitstream/handle/20.500.12178/172590/2020_atc0001_tst_csjt_cgjt.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y</a></p>
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