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	<title>Pedro Henrique Moreno Toreto Navarro, Autor em Poletto &amp; Possamai</title>
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	<description>Sociedade de Advogados</description>
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		<title>Fraudes em seguros e o uso de Inteligência Artificial: novos desafios para o mercado securitário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Henrique Moreno Toreto Navarro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avanço da inteligência artificial tem transformado significativamente diversos setores da economia, e o mercado securitário não constitui exceção. Se, por um lado, a tecnologia amplia a capacidade de análise de dados e aprimora a gestão de riscos, por outro, também vem sendo utilizada para a prática de fraudes cada vez mais sofisticadas. Nos últimos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da inteligência artificial tem transformado significativamente diversos setores da economia, e o mercado securitário não constitui exceção. Se, por um lado, a tecnologia amplia a capacidade de análise de dados e aprimora a gestão de riscos, por outro, também vem sendo utilizada para a prática de fraudes cada vez mais sofisticadas.</p>
<p>Nos últimos anos, tem-se observado o crescimento de fraudes em seguros baseadas no uso de ferramentas de IA, especialmente por meio da manipulação de imagens, criação de documentos falsos e elaboração de narrativas verossímeis para a comunicação de sinistros. A facilidade de acesso a essas tecnologias permite, atualmente, a geração de conteúdos altamente realistas, dificultando a verificação da autenticidade das informações apresentadas.</p>
<p>Esse cenário revela uma transformação relevante na dinâmica das fraudes securitárias. Se antes tais práticas dependiam de encenações físicas ou falsificações rudimentares, hoje é possível estruturar sinistros inteiramente artificiais com elevado grau de plausibilidade, o que representa um desafio adicional para as seguradoras.</p>
<p>Entre as modalidades mais recorrentes, destacam-se a apresentação de imagens manipuladas para simular danos inexistentes, a utilização de documentos adulterados para justificar coberturas securitárias e a criação de identidades falsas para contratação de apólices. Em casos mais recentes, também se observa o uso de tecnologias de clonagem de voz para interação com centrais de atendimento, com o objetivo de viabilizar fraudes.</p>
<p>Diante desse contexto, verifica-se o surgimento de uma verdadeira “corrida tecnológica” entre fraudadores e seguradoras. Ao mesmo tempo em que a inteligência artificial é utilizada para a prática de fraudes, ela também tem sido empregada pelas seguradoras como instrumento de detecção, por meio de sistemas capazes de identificar inconsistências, padrões suspeitos e indícios de manipulação em larga escala.</p>
<p>Sob a perspectiva jurídica, o fenômeno reforça a importância dos deveres de boa-fé e veracidade na formação e execução do contrato de seguro. A apresentação de informações falsas ou manipuladas pode ensejar a negativa de indenização, bem como a responsabilização civil e, em determinadas hipóteses, penal do segurado.</p>
<p>Além disso, o aumento da complexidade das fraudes tende a impactar diretamente o custo do seguro, na medida em que prejuízos decorrentes de práticas fraudulentas são refletidos no cálculo dos prêmios, afetando todo o sistema securitário.</p>
<p>Dessa forma, o uso da inteligência artificial no contexto das fraudes securitárias impõe novos desafios ao mercado, exigindo das seguradoras constante aprimoramento tecnológico e o fortalecimento de mecanismos de controle, ao mesmo tempo em que demanda maior atenção dos segurados quanto à veracidade das informações prestadas.</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"></a><strong>Fonte: <a href="https://truthscan.com/blog/ai-driven-insurance-fraud-2025-trends-and-countermeasures/" target="_blank" rel="noopener">Truthscan</a> e <a href="https://www.deloitte.com/us/en/insights/industry/financial-services/financial-services-industry-predictions/2025/ai-to-fight-insurance-fraud.html" target="_blank" rel="noopener">Deloitte</a>.</strong></p>
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		<title>Delimitação do risco no contrato de seguro: a importância das cláusulas de cobertura e exclusão</title>
		<link>https://poletto.adv.br/delimitacao-do-risco-no-contrato-de-seguro-a-importancia-das-clausulas-de-cobertura-e-exclusao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Henrique Moreno Toreto Navarro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ambiente empresarial contemporâneo, persiste uma percepção equivocada acerca da amplitude da cobertura securitária: a crença de que o seguro, uma vez contratado, abrange indiscriminadamente qualquer sinistro ou dano experimentado pelo segurado. Essa concepção, além de tecnicamente incorreta, revela desconhecimento da estrutura jurídica que sustenta o contrato de seguro e da lógica econômica que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No ambiente empresarial contemporâneo, persiste uma percepção equivocada acerca da amplitude da cobertura securitária: a crença de que o seguro, uma vez contratado, abrange indiscriminadamente qualquer sinistro ou dano experimentado pelo segurado.</p>
<p>Essa concepção, além de tecnicamente incorreta, revela desconhecimento da estrutura jurídica que sustenta o contrato de seguro e da lógica econômica que o fundamenta. O seguro não é um mecanismo de cobertura irrestrita, mas um negócio jurídico rigorosamente delimitado, no qual a precisão das cláusulas de cobertura e de exclusão é elemento essencial à eficácia e à previsibilidade das obrigações assumidas pelas partes.</p>
<p>É justamente nessa perspectiva que o art. 1º da Lei nº 15.040/2024 dispõe que o contrato de seguro tem por finalidade garantir interesse legítimo do segurado ou do beneficiário contra riscos previamente delimitados, evidenciando que a obrigação da seguradora se restringe às hipóteses objetivamente previstas no contrato. A adequada compreensão dessas cláusulas mostra-se, portanto, essencial para a correta interpretação da apólice e para a segurança jurídica das partes envolvidas.</p>
<p>O contrato de seguro opera, assim, como mecanismo de alocação de riscos, por meio do qual a seguradora assume, mediante o pagamento de prêmio, os efeitos econômicos decorrentes de eventos previamente delimitados. Essa assunção de riscos, contudo, não se dá de forma ampla, mas dentro dos limites estabelecidos no próprio contrato, o que torna a delimitação do risco elemento central da relação securitária. Trata-se de condição indispensável à viabilidade técnica do seguro, na medida em que permite o cálculo do prêmio e a manutenção do equilíbrio econômico do sistema.</p>
<p>Nesse contexto, as cláusulas de cobertura e de exclusão desempenham papel fundamental. Enquanto as primeiras definem os eventos protegidos pela apólice, estabelecendo o alcance da garantia assumida pela seguradora, as segundas afastam determinados riscos do âmbito da proteção contratual, contribuindo para a adequada alocação dos riscos envolvidos.</p>
<p>Essa estrutura encontra respaldo no art. 9º da Lei nº 15.040/2024, que exige a delimitação objetiva dos riscos e impõe que eventuais exclusões sejam redigidas de forma clara e inequívoca. Não se trata, portanto, de limitação arbitrária da cobertura, mas de exigência inerente à própria lógica do contrato de seguro.</p>
<p>A eficácia dessas cláusulas está diretamente vinculada à sua redação, que deve ser compreensível e coerente com o conteúdo global da apólice, permitindo a adequada identificação dos riscos assumidos pela seguradora. Nesse sentido, as exclusões de cobertura não configuram, por si sós, abusividade, mas elemento técnico legítimo e necessário ao funcionamento do sistema securitário, desde que observados os deveres de clareza e transparência.</p>
<p>À luz dessas diretrizes, a aplicação dos princípios da boa-fé objetiva e do equilíbrio contratual assume especial relevância. À seguradora incumbe redigir cláusulas claras e coerentes, evitando a criação de expectativas incompatíveis com o que foi efetivamente pactuado, enquanto ao segurado compete prestar informações corretas acerca dos riscos envolvidos, viabilizando a adequada formação do contrato.</p>
<p>No plano interpretativo, tais princípios impedem tanto a ampliação indevida da cobertura quanto a restrição injustificada de direitos, devendo o contrato ser interpretado dentro dos limites objetivamente estabelecidos pelas partes, em consonância com a segurança jurídica que deve orientar as relações contratuais.</p>
<p>Em síntese, a delimitação do risco no contrato de seguro não constitui mero aspecto técnico, mas elemento essencial à segurança jurídica da relação securitária. A definição clara das coberturas e exclusões permite estabelecer, com precisão, o alcance da obrigação assumida pela seguradora, garantindo previsibilidade e efetividade à proteção contratada.</p>
<p>Para o ambiente empresarial, isso se traduz em uma diretriz prática: a análise criteriosa das condições da apólice deixa de ser mera cautela e passa a integrar a própria gestão de riscos, permitindo a contratação de coberturas compatíveis com as necessidades do negócio e a redução de potenciais controvérsias futuras.</p>
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